Vilanismo

Founded in 2021, São Paulo, Brazil

Vilanismo

Founded in 2021, São Paulo, Brazil

Vilanismo is a brotherhood of 10 Black artists formed in late 2021, whose collective practice addresses issues of race, gender, and class through artistic and curatorial actions. By symbolically reclaiming the term “vilão” (“villain”), the group mobilizes references to peripheral culture, Black masculinities, ancestral knowledge, and Afro-Indigenous experiences to construct an aesthetic and political practice centered on resistance, autonomy, and collective affirmation.

Among their main exhibitions and projects are their participation in the 36th São Paulo Biennial with the installation Os meninos não sei que juras fraternas fizeram; Guarda-corpo at Zielinsky São Paulo; Ser Feliz é a Nossa Revolução at Museu Afro Brasil Emanoel Araujo; and Chora Agora e Ri Depois at Funarte, among others.

The collective is composed of Ayọ̀kàndé, Carinhoso, Denis Moreira, Diego Crux, Guto Oca, Rafa Black, Ramo, Renan Teles, Robson Marques and Rodrigo Zaim.

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Vilanismo es una hermandad de 10 artistas negros formada a finales de 2021, cuya práctica colectiva aborda cuestiones de raza, género y clase a través de acciones artísticas y curatoriales. A partir de la resignificación simbólica del término “vilão”, el grupo articula referencias a la cultura periférica, las masculinidades negras, los saberes ancestrales y las experiencias afro-indígenas para construir una práctica estética y política centrada en la resistencia, la autonomía y la afirmación colectiva.

Entre sus principales exposiciones y proyectos se encuentran su participación en la 36ª Bienal de São Paulo, con la instalación Os meninos não sei que juras fraternas fizeram; Guarda-corpo en Zielinsky São Paulo; Ser Feliz é a Nossa Revolução en Museu Afro Brasil Emanoel Araujo; y Chora Agora e Ri Depois en Funarte, entre otras.

El colectivo está compuesto por Ayọ̀kàndé, Carinhoso, Denis Moreira, Diego Crux, Guto Oca, Rafa Black, Ramo, Renan Teles, Robson Marques y Rodrigo Zaim.

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Vilanismo é uma irmandade de 10 artistas negros formada no final de 2021, cuja prática coletiva aborda questões de raça, gênero e classe por meio de atuações artísticas e curatoriais. A partir da ressignificação simbólica do termo “vilão”, o grupo articula referências à cultura periférica, às masculinidades negras, aos saberes ancestrais e às experiências afro-indígenas para construir uma prática estética e política centrada na resistência, autonomia e afirmação coletiva.

Entre suas principais exposições e projetos estão a participação na 36ª Bienal de São Paulo, com a instalação Os meninos não sei que juras fraternas fizeram; Guarda-corpo na Zielinsky São Paulo; Ser Feliz é a Nossa Revolução no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo; e Chora Agora e Ri Depois na Funarte, entre outras.

O coletivo é composto por Ayọ̀kàndé, Carinhoso, Denis Moreira, Diego Crux, Guto Oca, Rafa Black, Ramo, Renan Teles, Robson Marques e Rodrigo Zaim.